Fintechs crescem rápido. Fraudes crescem mais rápido ainda.
10 de nov. de 2025
Toda fintech nasce com mentalidade ágil: pouca burocracia, time enxuto, decisão rápida.
Mas existe um momento inevitável na jornada de crescimento: a operação começa a sofrer com fraudes em volume maior do que a equipe consegue lidar.
É sempre o mesmo ciclo:
Cadastro aumentando
Exigências regulatórias ficando mais rigorosas
Analistas sobrecarregados
Processo ficando lento
Falsos positivos crescendo
E, de repente, o que era agilidade vira gargalo operacional.
Fraude cresce de forma exponencial, não linear
O fraudador moderno testa:
Várias contas no mesmo dia
Documentos modificados digitalmente
Identidades sintéticas
Selfies manipuladas
Brechas no fluxo manual
Enquanto isso, a fintech tenta responder com mais gente.
E isso funciona até o volume dobrar.
O maior prejuízo não vem do golpe detectado. Ele vem do que passa despercebido.
Quando a operação fica sobrecarregada, duas coisas acontecem:
Fraudes sofisticadas passam no meio da fila
Clientes legítimos são recusados indevidamente
As duas situações custam caro.
A segunda mina a reputação da marca.
Escalar a operação não é contratar mais pessoas. É automatizar o que não exige julgamento humano.
Fintechs que usam validação automática conseguem:
Identificar tentativas de fraude na entrada
Evitar solicitações repetidas ao cliente
Reduzir falsos positivos
Manter a aprovação rápida para usuários legítimos
Concentrar analistas apenas nos casos realmente críticos
A tecnologia não tira autonomia. Ela devolve.
O time deixa de apagar incêndios e volta a agir de maneira estratégica.
A empresa cresce sem abrir brechas e sem transformar o onboarding em um processo lento.
Segurança e escala precisam andar juntas — e isso começa logo no primeiro contato.



